Tríptico - NERVE & IL-BRUTTO, Nerve, IL-BRUTTO

Tríptico - NERVE & IL-BRUTTO, Nerve, IL-BRUTTO

  • Yayın yılı: 2020
  • Dil: Portekizce
  • Süre: 6:09

Şarkının sözleri aşağıdadır Tríptico , sanatçı - NERVE & IL-BRUTTO, Nerve, IL-BRUTTO çeviriyle birlikte

" Tríptico " şarkısının sözleri

Çevirili orijinal metin

Tríptico

NERVE & IL-BRUTTO, Nerve, IL-BRUTTO

Boys não perguntam nada e eu mandei mensagem ao boy

O boy está a escrever bué

Eu disse mesmo boy, ya

Boy, a escrita dele está incrível

Está num nível único e espetacular e inspira-me

Sendo uma cena que não tem nada a ver com a minha cena

Ver se não tropeço em tubarões enquanto caminho nas águas

Colho a rima fruto de rotinas árduas

Previno as almas: Não por via nasal mas

Mando linhas que linhagens hão-de ouvir nas aulas

(Estuda essa merda)

Criar a partir do ar que poupo enquanto fumo (verde)

Vida negra como pano de fundo (sempre)

A calcular o quanto duro.

Lado-a-lado, os inimigos

Mini-me's são tu-cá-tu-lá com o Sun Tzu

Mano, juro, és tão azeite

Tuga aceita só p’ra rir mas, som de jeito

Creio que ninguém planeie que mandes um

«Gainsbourg» — Se me canso, ela põe os fones

O flow continua foda enquanto durmo

Portanto, numa de: sou só eu mas vou mudando de turno (Gang)

Queimando mundos.

Água pouca em brando lume

Foca nisto, vai aumentando zoom.

Sou um bicho

«Nada mal, dude era só fã de MatoZoo.»

Vê como eu 'tou Yoko-Zoona/Yokozuna

Quando o som na coluna surge

Eu venho e estendo as mãos aos céus

Espremo o sol e mando sumo

O céu me assuma

Porque eu não nasci do solo onde essa plebe implora chuva-santa

Cada vez que o supra-sumo começa Purga

É… Não bato bem mas parto-te com a caneta

Deixo sangue no papel, como pacto com o capeta

(Eish…) É bom parar conversa (Convém)

Posso dizer quem sou (Ninguém)

Mas faço-o com caretas

É como falar com o Manson

Ver se não tropeço em tubarões

Enquanto caminho nas águas (Fode-te)

Mano, por mim, nem há conversa

Colho a rima fruto de rotinas árduas (Morre)

É como vir falar com o Manson

Charlie Manson

Charlie Manson

Charlie

Por mim, nem há conversa

Enquanto colho a rima fruto de rotinas árduas.

(Fode-te)

É como vir falar com o…

— Quem?

— Quê?

O que é que tem?

— Epá, tu às vezes, man…

— É… é só… é só uma referência

Não tenho de compactuar com a cena…

— Certo, mano… mas não… mas não

— … é só uma versão romantizada

Mas ‘tás a limitar o artista, olha aí…

— Quando é que começaste a fumar, hoje?

— Que é que isso tem a ver?

Bem cedo acendo, sendo assim estufa

Bebo.

Álcool vai foder-me a mistura

(Não. É o fumo.)

Liga a luz (liga) negra, visto que tu não…

(Tu não estás.) Tu não estás a… a ver a pintura

Natureza morta.

É uma pena e pêras

Tenho toda a riqueza em tempo e temas

(Sou) bera e besta.

(As) vozes na cabeça falam

Só não dizem «espera e pensa»

Se eu não fizer diferença, peço imensa

Licença mas ‘tou fora, sem fé nesse intenso afecto

Vindo dessa multidão imersa em medo, peste e sede

No palco, não há quem peça esquecimento

Aponto ao sol: «Isto é cinzento.»

Ganho um décimo do teu ídolo que, só a propósito, é meu fã

Não me importa o que quer que me queres dizer (Fode-te)

Penso que o velho no meu espelho não quer viver

(Só) passa o tempo e ainda lá está

(Splash) Debaixo de água é onde um gajo ‘tá (fixe)

Peixe à frente da minha cara, parece que faz parte

Acho de facto insulto, tipo haxe caro

Ter o nome num cartaz em tour sem ‘tar esgotado

(«Como assim?»)

Depois de mim, quem chegar já nasce tarde

Até que um dia em paz parta

Nosso senhor Satanás sabe

(Deus nosso senhor Satanás)

Não te passa por onde vou

Nem faço caso da farsa do fogo

Tolos falam de acordo com a crença

De que somos todos da letra

A não ser que eu esteja presente

Nesse caso falam do flow

(Falam do flow. Ainda assim…)

O céu que ensinam tenho na sola

Qualquer um.

Eu digo isto a qualquer um, nesta sala:

«Nisto, eu fodo-te»

O céu que ensinam tenho na sola

Poupa-me às aulas e eu poupo-te

Mas se me aprouver

«Eu fodo-te, nisto»

O céu que ensinam tenho na sola

Qualquer um.

Eu digo isto a qualquer um, nesta sala:

«Nisto, eu fodo-te»

O céu que ensinam tenho na sola

Poupa-me às aulas e eu poupo-te

Ao tiroteio na escola

Normal que não gostem disto.

É só sinistro

Vir logo de início a laminá-los, tipo o Yoshimitsu

Eu fodo-te, nisto

Chapada de quebrar mandíbulas

Acham-se líricos porque sabem contar umas sílabas mas…

«Eu fodo-te, nisto»

O céu que ensinam tenho na sola

Qualquer um

Eu digo isto a qualquer um, nesta sala:

«Nisto, eu fodo-te»

O céu que ensinam tenho na sola

Poupa-me às aulas e eu poupo-te

— Vá… vá, é só mais um

É só mais um do IL-BRUTTO e a seguir vamos fechar…

— Este segmento…

— Ele produziu tudo.

Imaginem para ESCALPE…

— …chama-se «TÁXI»

— …mas não lhe peçam beats

Ele anda demasiado ocupado com coisas mais importantes

Não sei se me faço entender

E agora:

Voltei, querida

Voltei, a esta vida

(Um dois, um dois)

Voltei, querida

Estou tão feliz por te ver, odeio estar aqui

Se eu pudesse iria embora agora

Se a vida é pêga, venho pelo que proporciona

Na segunda ronda, ainda a tentar arrancar um porquê da cabrona

Doutor, é um amor estranho, aquele em que amei a bomba

Nunca a meia-bomba, porém vejo que não bastei

Paspalho

Não aprendo quando erro

Tento mas falho

Ressabiado até ao caralho

Sou cáustico

Do tipo que, do tinto, caminha torto

O mais próximo que elas hão-de chegar de um Bukowski

Vivo e ainda novo

'Tou fácil

Demasiado, ao manusear o machado

Ninguém é perfeito mas ya, eu ando a achar-me um achado

É quase isso

Saio da relação na lama (Outra vez?)

Num mês, uma legião na cama

Para me lembrar que sou macho

Um básico

Quem nunca?

É.

Se calhar, sou gajo

Sorte, volta e meia volta e vem, para assassinar saudades

O clássico:

«Querida, esqueci o teu nome»

Acho que vou chamar-te… Um táxi

E não é preciso

Isto não é preciso

Vai dar ao mesmo, tipo o risco num disco

(Diz que) dou p’ra rijo, finjo que nunca fiz um

Diz ‘cês sabem

Um dois, um dois

Não é preciso

(Olha… Olha, desculpa)

Isto não é preciso

(Temos de acabar)

Eu não me quero perto de mim

É foda, o que a palavra F define

Agora é F de fim

O clássico

(Olha, desculpa. Temos de acabar)

Um dois, um dois

(Estamos sem tempo)

Eu sei

(Temos mesmo de acabar)

Um dois, um dois.

Um…

(Olha…)

Já sei

(Temos de acabar)

Já sei

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