Veredicto - Rap Box, Leo Casa 1

Veredicto - Rap Box, Leo Casa 1

  • Yayın yılı: 2016
  • Dil: Portekizce
  • Süre: 4:28

Şarkının sözleri aşağıdadır Veredicto , sanatçı - Rap Box, Leo Casa 1 çeviriyle birlikte

" Veredicto " şarkısının sözleri

Çevirili orijinal metin

Veredicto

Rap Box, Leo Casa 1

Filho, eu te dei tudo, dei vida, dei asas

Eu te dei comida, dei camisa, errei as marcas

E se eu te dei uns tapas foi porque cê deu uns tapas

Eu te avisei, nada de drogas na minha casa

Amor, você é tão sujo, você é um sortudo

Também te dei tudo, foi o primeiro fez tudo

Nosso bebê não vai mais se chamar Bruno

Você é tão burro, tinha que estragar tudo

O Deus me disse que eu só ligo pra pedir

É sempre a mesma coisa, é que eu só penso em mim

E eu vou morrer se eu continuar bebendo assim

Antes de desligar esse é o terceiro e último rim

Sei o que você tá pensando lek, que eu enchi o bolso, que cresceu o dread

Hoje eu não tenho chefe, mas maldito game que me deu um cheque

O tipo de cara que nunca teve nada então quando esses cara vence

Quer estampar na cara que eu não mudei nada

Que eu zerei os caixa e virei tudo em tênis

Estamos todos presos, presas da falsa liberdade

Preconceitos, eu presumo, são pilares da maldade

Antes grilhões que nos prendiam, até nos vendiam pros outros

Hoje é a luxúria que nós prende junto com os cordão de ouro

Tô vendo ela me olhar, michar o Civicão na rua

Mas deixa ele cresce, deixa achar que tá em casa

Descarrega e limpa o sangue da camisa do Damassa

Enquanto escrevo essas rimas tentando achar vacina

Lembrando quando eu transava com a vaca da rua de cima

Podia fritar, não fritei.

Podia flipar, não flipei

Mas falei o que esses bucha ai tá demorando há mais de um mês

Num dizer que não falei das flores, das flores, falei

Não falei foi do amor porque há uns mês atrás matei!

Tey!

Desde o evangelho perdido de Tomé

Meus ouvidos e a minha fé com os amigos sincroniza os sentidos

Aos vivos, sobre morte, mortos, livros, ciclos e a discrepância de que quase

tudo é relativo

Intrigo e entrego hábil ao cego, na metáfora

Meu ego nessa cápsula e enterro no Éden pra aturar outra fábula

Proponho, servo!

Sirvo ao risco prévio

O objetivo é sério

Privo ou sigo, esse que é nosso sonho coletivo

A atenção em ser notado em meio a multidão

Pensadores, professores e alunos em extinção

Somos os computadores cada um com a sua versão

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Por Quem

VIETNÃ, Rap Box • 2017

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