Código RAPVinci - Reflect, Dezman, Evolusom

Código RAPVinci - Reflect, Dezman, Evolusom

  • Yayın yılı: 2008
  • Dil: Portekizce
  • Süre: 6:31

Şarkının sözleri aşağıdadır Código RAPVinci , sanatçı - Reflect, Dezman, Evolusom çeviriyle birlikte

" Código RAPVinci " şarkısının sözleri

Çevirili orijinal metin

Código RAPVinci

Reflect, Dezman, Evolusom

Levanto o meu terceiro dedo em sinal de protesto

Fecho a outra como um murro em sinal de manifesto

Polémica só reverte a favor da película

Tanto aluno na escola do crime sem fazer a matricula

É o título desta obra que vos incentiva a ter prazer

Código ra (p)vinci faz o teu ego tremer

Bárbaras execuções em bairros pobres do planeta

E o mendigo sofre de insónias, fome, sede numa sarjeta

Quem encaixa com o prejuízo e o psicológico danificado?

De um irmão depois de observado ainda ser espancado

Até a voz de um doutor citar que havia vigilância

Depois de socos, pontapés, no local jipe e ambulância

Página quarenta e quatro mostra agonia que abre fendas

E reclusos em presídios que esperam anos por penas

Quantos julgamentos marcados, inocentes sem sono?

Quantos músculos é que vocês ganham

Com uma divisa no ombro?

Tanto cêntimo, tanto euro, tanto saco de dólar

E quem é que paga o sofrimento de angolanos com cólera?

Tanto dinheiro mal gasto, deixa gente nervosa

Tanta incompetência numa ponte que cai, mão criminosa

Uma aliança no braço, casamento com heroína aquece

Divorciam-se p’rá metadona, mas primeiro amor não se esquece

Recaídas diárias, companhias a evitar

Tanto tabu no meio de crânios, tanta gente com medo de falar

Pedofilia doentia, no jornal faz manchete

Um «péniszitório», contra-indicação: não ir à retrete

Umas pequenas verdades ditas, rematadas no meu desagrado

Não sei se é cansaço de viver ou farto de viver cansado

Porque quem cala consente, porque quem cala consente

Nós somos a voz de quem não tem voz

Escondidos atrás d’um nome, jornalistas são influência

Anónimo texto, pretexto p’ra guerras e violência

Televisões, jornais, revistas e magazines

A mentira que é espalhada continua a ser o maior dos crimes

Seja qual for a religião, nacionalidade ou raça

Aquilo que todos querem é ser a maior ameaça

Sou a revolta de um povo e um cravo mal amado

Todos iguais, todos diferentes, só no tempo contado

Vaticano pede a paz da própria guerra que fundou

América é o Titanic indestrutível que afundou

Sustento a bandeira, sem cor e sem hino

Oprimido pelo suposto, sonho desde pequenino

Sou a Europa corrompida e uma potência desempregada

Brilhante texto oculto numa página rasgada

O livro de segredos que não querem nem por nada

O Código Ra (p)vinci e a polémica gerada

A Bíblia e o Corão, o luxo e a expeculação

O intervalo, a propaganda e horas de televisão

Adoptado pela Europa, sou filho de Portugal

Educado pela América sou cidadão mundial

Inspiro a tinta da imprensa a pintar e a entreter

Nunca vou ser uma sombra numa máquina de escrever

Porque quem cala consente, porque quem cala consente

Nós somos a voz de quem não tem voz

Isto é o capítulo da revolta da Bíblia do r.a.p

Oração lírica do Pai Nosso ao Avé

Maria cheia de graça que os fracos abençoa

Mas muita gente ainda se magoa

Inocentes ou não, a morte não escolhe a ponta

Enquanto o diabo colecciona troféus na sua montra

Mas o ser humano vai criando a própria extinção

Porque Deus perdeu o controlo sobre a ganância e a ambição

Acredites ou não o que digo não foi escrito

Porque o meu destino ainda sou eu que o dito

Enquanto a verdade é absorvida p’la hipocrisia

Há doenças que matam inocentes todo o dia

Atravessam gerações e dormem em qualquer cama

Mas nasceram da curiosidade da miserável raça humana

Sem escrúpulos que destrói quem não controla

Plantaram minas como flores nos solos de Angola

Inventaram os ghettos dos Afro-americanos

Com pedras que se evaporam chacinaram muitos manos

A corrupção é como água que escorrega em qualquer goela

Abrem-te a porta p'ó tráfico ou simplesmente p’ra uma cela

Armas ilegais que não caiem do céu

De vez em quando há um corajoso que levanta o véu

Mas porque é que tememos que deveria nos acudir?

És agredido por quem deveria proteger e servir

Nem se aproveita a honra porque a luta é desigual

Respeito que nem se preserva no corredor de um hospital

Deus guarda a justiça no bolso de quem pode

Quem não tem bolso p’ra guardar é sempre aquele que se fode

Já nem na casa do Senhor estamos em segurança

Porque a cobiça é cega e todos querem encher a pança

O padre pede esmola em nome do divino

Cada cêntimo que dás, em Deus espetas um espinho

Rogam-te pragas se não dás o que é preciso

Igreja é tipo agência p’ra alugar quartos no paraíso

Isto são coisas que se passam aos olhos de toda a gente

Mas isto só acontece porque quem cala consente

O velhaco do sacerdote que viola o menino do coro

E rouba-lhe a inocência, o seu maior tesouro

Ainda se benze em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo

Enquanto o menino chora porque aquilo magoa tanto

E a sua mãe se confessa que se sente impotente

Que não sabe o que fazer porque o seu filho está diferente

Em cinco minutos de prazer se muda a vida de alguém

Porque o egoísmo atravessa as barreiras do além

Isto é p’ra todos aqueles que lutam sempre sós

Isto é o código da verdade e eu sou a voz de quem não tem voz

Porque quem cala consente, porque quem cala consente

Nós somos a voz de quem não tem voz

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